
Um conto erótico de sexo com a gostosa branquinha que trabalha no consultório médico. A gata aceitou sair com o rapaz e proporcionou uma noite de prazer intenso a ele.
Meu nome é André, tenho 42 anos e essa é minha história de sexo da melhor foda que tive na vida, por isso preciso contar pra vocês.
Fui levar minha mãe a um médico em uma cidade vizinha, exames de rotina. Chegamos, nos sentamos para aguardar e logo chegou a atendente do consultório: uma moça magrinha e bem branquinha de cabelos castanhos e olhos verdes.
Seu nome: Talita, uma moça de 34. Nossa, fiquei ouriçado na hora que vi ela! Talita era muito sorridente e era o tipo de mulher que me excitava.
Minha mãe entrou na médica e eu fiquei na sala de espera aguardando, sem tirar os olhos da Talita, que atendia a outras pessoas. Ela percebia e quando olhava eu desviava o olhar.
Eu só pensava em como eu queria sair com aquela gata, mas me faltou coragem.
Minha mãe saiu, fomos embora e no mês seguinte voltamos para o retorno.
Novamente a Talita atendendo, toda linda com uma roupa verde e chinelos. Pude ver aqueles pezinhos brancos (sim, eu adoro pés femininos) e novamente não parava de olhar pra ela.
Fui falar com a atendente gostosa
Minha mãe entrou na consulta e decidi que iria falar com a atendente branquinha que tanto me excitava.
Não tinha ninguém no consultório naquele dia então fui até o balcão ao lado dela tomar água, me aproximei e comecei a puxar papo.
Ela sempre sorridente me respondia, com aquele jeitinho que me encantava. Logo eu já emendei:
– Você tem um sorriso muito bonito, Talita. É até difícil não olhar pra você.
Ela agradeceu e disse que não era boba e percebia o quanto eu olhava pra ela, estava até atrapalhando ela trabalhar.
Pedi desculpas e disse que se eu tivesse o Whatsapp dela, poderia parar de atrapalhá-la e falar com ela depois.
Ela sorriu, pegou um pedaço de papel e anotou seu número, me dando em seguida. Eu peguei o papel, sorri pra ela e me sentei novamente sem falar mais nada.
Imediatamente adicionei o número dela e mandei mensagem. Ela respondeu “me chama depois das 18 horas”.
Mais tarde, já em casa, chamei ela no Whatsapp à noite e começamos a conversar. Conversamos muito sobre tudo e a afinidade foi tanta que logo estávamos falando sobre sexo.
Convenci ela a sairmos no dia seguinte. Talita aceitou mas marcou para o outro dia pois estaria com sua filha no dia seguinte.
Encontro quente com a branquinha do consultório
No dia combinado, fui até a cidade dela e busquei Talita na casa dela. Liguei pra ela dizendo que cheguei e rapidinho ela chegou, toda linda com um vestido branco, cabelos soltos e um sorriso enorme. Como eu queria beijar aquela boca.
Fomos a uma lanchonete indicada por ela, tomamos vinho e porções.
Muita conversa, risadas… a afinidade entre nós estava em 100%. Não resisti, me aproximei dela e a beijei. Ela correspondeu e ali começou a ficar mais quente.
Fomos para o carro e não rolou nenhuma palavra mais, só muitos beijos e mãos por todo lado. Eu acariciava o corpo dela, deslizava as mãos pelas coxas dela, e ela fazia o mesmo. Meu pau estava latejando de tão duro e ela percebendo começou a deslizar as mãos sobre ele.
Muito sexo no Motel
Vamos para o Motel, eu disse pra ela, louco pra transar com essa branquinha cheia de fogo. Ela aceitou e fomos rapidinho pra lá.
Já no quarto tiramos a roupa rapidinho e ela voltou a me agarrar e me beijar. Eu já em ponto de bala, querendo por pra dentro mas ela queria ir pra banheira comigo.
– Vem, safado na banheira comigo
Enquanto a banheira enchia, fomos para o chuveiro. Muitos beijos, amassos, aqueles peitinhos pequenos e empinadinhos colados no meu peito…logo ela pegou meu pau, se ajoelhou e começou a chupar. Antes de começar a me mamar, ela me olhou com aqueles olhos verdes, sorriu e abocanhou meu pau.
Que tesão! Aquela boca molhada e quente me chupando, estava bom demais!

E como ela chupava, com vontade, com calma como se quisesse saborear meu pau. Falei pra ela que estava quase gozando e ela parou.
Fomos para a banheira, ela de um lado e eu do outro. Com os pés ela começou a tocar meu pau, deslizando aqueles pezinhos branquinhos na minha pica bem dura.
Chamei ela pra perto, ela veio sorridente como sempre. Nos beijamos muito enquanto ela me punhetava e eu alisava a xota dela.
Metendo tudo dentro da banheira
Logo ela já estava em cima de mim, se ajeitando pra encaixar sua buceta no meu pau, que foi entrando sem nenhum esforço.
Ela, agarrada em mim só mexia o quadril com meu pau dentro dela. Eu com as duas mãos segurava forte na bunda branca dela, e às vezes dedilhava seu cuzinho.

Gozamos gostoso ali na banheira com a Talita gemendo alto.
Ainda ficamos mais um tempo na banheira aos beijos. Ela em cima de mim e eu ainda brincando com o cú dela.
– Continua, eu adoro quando você mexe aí
Aproveitei, metia o dedo lá à espera do meu pau ficar duro pra quem sabe aproveitar essa brecha e meter no furico dela.
Mas logo ela se levantou e pediu pra irmos pra cama. Nos secamos e fomos pra cama, eu já de pau duro.
Fazendo 69 e lambendo o cuzinho rosa
Depois de mais beijos atracado a essa branquinha magrinha, ela me pediu pra fazermos 69. Ela se ajeitou e começou a me chupar, já com sua xereca na minha cara. Lambi muito aquela xota rosa, enquanto abria e apertava sua bunda branca gostosa.

Eu abria a bunda dela e via seu cuzinho rosado… nossa, não pensei duas vezes e passei a lamber seu cuzinho rosa. Ela parou de me chupar e gemeu, dizendo que estava bom.
– Eu amo isso, continua no meu cú
E continuei dando um beijo grego na gata do cú rosa, enquanto ela me fazia um boquete em caprichado. Falei que ia gozar e acabei jorrando porra na boca dela, enquanto metia a língua no rabo rosa dela.
Talita continuava a me chupar com a boca cheia de porra.
Fomos nos limpar, tomamos vinho, dei a ela uma sessão de sexo oral caprichado. Talita tinha uma xota rosinha e adocicada, chupei muito. Depois ainda rolou mais sexo, dessa vez com eu em cima dela mandando ver e metendo tudo e gozando gostoso dentro dela novamente.

Só depois nos lembramos dos preservativos no bolso da calça, pois o tesão foi tão grande que só queríamos gozar.
Fomos embora, deixei ela em casa.
Na semana seguinte marcamos novamente no mesmo local. Mais sexo no chuveiro, na cama, na banheira… quando fomos pra cama, ela cochichou no meu ouvido:
– Se lamber meu cú de novo, deixo você meter
Obedeci imediatamente e enquanto ela ficava de quatro arrebitando aquele cuzinho rosa, eu metia a língua no seu furico, que rapidinho se abria como uma flor.

Fiquei ali por alguns minutos enquanto Talita gemia muito. Aquele cuzinho apertado já estava todo aberto e muito molhado de saliva quando ela me pediu pra meter.
Segurei com força aquela bunda branca e comecei a meter naquele cuzinho gostoso. Que tesão era comer aquela bunda branca.
Gozei logo, em fundo na bundinha dela. Ela foi pro banheiro se limpar e logo voltou pra mais um pouquinho.
E marcamos outras duas vezes, até ela pedir para pararmos de nos ver devido a seus compromissos com sua filha.
É uma pena, pois essa foi a melhor foda que tive na vida, com uma magrinha branquinha cheia de fogo na xota e no rabo.
Já vi ela recentemente em nova consulta na mesma médica. Nos cumprimentamos mas é como se nada tivesse acontecido. Ainda espero voltar a comer essa branquinha da buceta doce e do cuzinho rosa.







